No Inhotim, a obra escolhida pelo meu grupo foi a "Desvio para o vermelho" de Cildo Meireles. Fiz então croquis de todos os assentos presentes na cena, pois foram os objetos que mais me chamaram a atenção.
domingo, 16 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Obras escolhidas pelo grupo - Inhotim
Desvio para o vermelho de Cildo Meireles
Desde o fim da década de 1960, Cildo Meireles tem se afirmado como voz única na arte contemporânea, construindo uma obra impregnada pela linguagem internacional da arte conceitual, mas que dialoga de maneira pessoal com o legado poético do neconcretismo brasileiro de Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Seu trabalho pioneiro no campo da arte da instalação prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social. Neste sentido, Desvio para o Vermelho é um de seus trabalhos mais complexos e ambiciosos – concebido em 1967, montado em diferentes versões desde 1984 e exibido em Inhotim em caráter permanente desde 2006. Formado por três ambientes articulados entre si, no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos “de maneira plausível mas improvável” por alguma idiossincrasia doméstica. Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
Penetrável Magic Square # 5 de Helio Oiticica
Swoon de Janine Antoni
Janine Antoni afirma que sua obra não tem significado em si mesma enquanto objeto ou ação. Para a artista, o que atribui sentido a seus trabalhos são as relações criadas durante os processos e os percursos, seja em suas performances, instalações ou esculturas. Em Swoon (1997), esta característica fica explícita. Na instalação composta por três ambientes, a entrada do espectador se dá por uma sala onde se vê o lado externo de uma parede cenográfica e se ouve uma forte respiração. Ao investigar o espaço, o espectador é jogado para o centro da cena, um ambiente teatral onde se encontra a projeção semicoberta de um casal de bailarinos em ação. Espelhos duplicam a cena e fazem incorporar a presença do visitante ao espetáculo. Por fim, atrás do último jogo de cortinas, revela-se o processo de construção da imagem no espaço, ao som da música de Tchaikovsky (1840-1893), do grand finale do famoso "O Lago dos Cisnes"(1875-1876). Na produção de Janine Antoni, o corpo está sempre presente: seja diretamente, através das performances; indicialmente, quando a artista utiliza-o como instrumento para construção da obra; ou indiretamente, quando os traços do corpo da artista desaparecem e a obra aciona o corpo do espectador. Em Swoon (1997), a relação entre os bailarinos, bem como aquela entre artista, espaço e público, mostra que sempre há algo mais prestes a ser descoberto e revelado.
Valeska Soares
Mesmo fora de Belo Horizonte há anos, a artista teve papel importante no fomento das artes contemporâneas da cidaeciso entre o rigor conceitual e a manipulação dos sentidos em jogos sensuais com a percepção. Relacionamentos interpessoais, glossários, labirintos e jardins são temas recorrentes em sua obra, que tece alude. Coube a ela, ao lado das artistas Rosângela Rennó e Rivane Neuenschwander convencer a diretora do MAP, Priscila Freire, a mudar de rumos e voltar a programação da instituição totalmente para a arte contemporânea. A época coincidiu com a estruturação do Museu Inhotim.
Em 2002, Valeska Soares produziu sua primeira videoinstalação no antigo
Cassino da Pampulha, projeto de Oscar Niemeyer, em Belo Horizonte. O vídeomostra dançarinos que se movem pela pista de dança desta obra prima daarquitetura moderna e, por meio de sobreposições, encontram-se e separam-senum passe de mágica. Em Inhotim, a artista criou um pavilhão de formaoctogonal, inspirado nos tradicionais gazebos de jardim, à beira de um lagoisolado. Este pavilhão recebe Folly (2005-2009), cujas imagens fantasmagóricassão refletidas infinitamente nas paredes de espelho de seu interior.![]() |
| Maquete |

Folly - Inhotim
O trabalho escultórico de Valeska Soares – que se desdobra em instalações e filmes – estabelece um diálogo prsões à mitologia, à literatura e à própria história da arte. A superfície espelhada surge com freqüência como estratégia de envolvimento do espectador, que tem os sentidos estimulados por sons, cheiros e ilusão visual.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Bichinho e Croquis
O distrito de Vitoriano Veloso, conhecido como Bichinho é um vilarejo próximo a Tiradentes. Um lugar calmo, pacato e muito acolhedor. É uma cidade histórica, com casinhas tradicionais e muitas lojinas de artesanato. Ao chegar lá fomos muito bem recbidos, todos ficram curiosos e com muita vontade de nos ajudar.
Escolhemos entao o lugar onde seria feita a intervenção, um corredor que liga a rua principal da cidade a uma lojinha de artesanato. A loja foi construida dentro da loja da família, por isso fica "escondia". Ao passar pela loja, uase nao se percebe um comércio no local. O corredor é longo e não é convidativo para quem passa por lá.
Atividade de percepção na igreja:
Croqui de um possível lugar de intervenção:
Croqui do local escolhido para intervenção (vista frontal do corredor):
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